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A promoção da saúde

  

Waldow28:149:  Desenvolvimento de ações, atitudes e comportamentos, com base em conhecimento científico, experiência, intuição e pensamento crítico, realizadas para e com o paciente/cliente/ser cuidado, no sentido de promover, manter e/ou recuperar sua dignidade e totalidade humanas. Essa dignidade e totalidade englobam o sentido de integridade e a plenitude física, social, emocional espiritual e intelectual nas fases do viver e do morrer e constitui, em última análise, um processo de transformação de ambos, cuidador e ser cuidado.  


VIII Conferência Nacional de Saúde (CNS/MS) de 1986. : "O direito à saúde significa a garantia, pelo Estado, de condições dignas de vida e de acesso universal e igualitário às ações e serviços de promoção, proteção e recuperação da saúde, em todos os níveis, a todos os habitantes do território nacional, levando ao desenvolvimento pleno do ser humano em sua individualidade (p. 382).


 Bosi16:128: ... nutricionista:  [...] o baixo reconhecimento social da profissão como “árbitro final”, mesmo nas questões específicas de sua formação. Pode-se inferir, daí, a falta de monopólio sobre certos saberes e práticas específicos, particularmente os voltados para o planejamento e tomada de decisões no setor. Logo, seria ingenuidade atribuir a baixa concentração de nutricionistas no campo social (ou da Saúde Pública) a um “afastamento” interpretado, muitas vezes, como uma escolha voluntária. 


  Constituição Federal brasileira (1988)  art. 196: "A saúde é um direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação".


Buss 4 (p. 165): "A promoção da saúde, como vem sendo entendida nos últimos 20-25 anos, representa uma estratégia promissora para enfrentar os múltiplos problemas de saúde que afetam as populações humanas e seus entornos neste final de século (...) propõe a articulação de saberes técnicos e populares, e a mobilização de recursos institucionais e comunitários, públicos e privados, para seu enfrentamento e solução".



Luckmann 24:36: O mundo da vida cotidiana não somente é tomado como uma realidade certa para membros ordinários da sociedade na conduta subjetivamente dotada de sentido que imprimem a suas vidas, mas é um mundo que se origina no pensamento e na ação dos homens comuns, sendo afirmado como real por eles. Antes, portanto, de empreendermos nossa principal tarefa devemos tentar esclarecer os fundamentos do conhecimento na vida cotidiana, a saber, as objetivações dos processos (e significações) subjetivas graças às quais é construído o mundo inter-subjetivo do senso comum.