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competitividade e cidadania (Arendt, 1985: 338)



“Algumas reflexões de Friedrich Nietzsche aplicadas ao fim do século XIX parecem expressar as mesmas angústias vividas na pós-modernidade. A incerteza é a regra; nada está sobre pés firmes e crença sólida. (...) nada há a fazer com a moral; ela anuncia princípios éticos, mas a ação não se orienta por eles. Afirma-se o niilismo, a fé na absoluta falta de valores e de sentido. Ou então revive-se com pleno ardor simulacros, deuses-atores, agentes de um messianismo vulgar, a religião espetáculo e diversão.” (Dupas, 2000: 57)

“O burguês cuja vida se divide entre o negócio e a vida privada, cuja vida privada se divide entre a esfera da representação e a intimidade, cuja intimidade se divide entre a comunidade mal-humorada do casamento e o amargo consolo de estar completamente sozinho, rompido consigo mesmo e com todos, já é virtualmente o nazista que ao mesmo tempo se deixa entusiasmar e se põe a praguejar, ou o habitante das grandes cidades de hoje, que só pode conceber a amizade como social contact, como contato social de pessoas que não se tocam intimamente” (Adorno & Horkheimer, 1985: 145-6).


 ‘Nunca ele está mais ativo do que quando nada faz, nunca está menos só que quando a sós consigo mesmo’.” (Arendt, 1985: 338)



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José Nunes Pereira

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José Nunes Pereira (J.Nunez) comerciante por profissão, no Marília Doces e Salgados, poeta (por vocação) pesquisador, criador do Imparcialismo, integrante do Movimento Artístico, intelectual e literário Os Imparcialistas. Editor por hobby.